A Polícia Civil, por intermédio do Centro de Inteligência – CIP, da Delegacia Seccional de Polícia de Dracena, identificou uma mulher de 24 anos, que passava por adolescente imputando idade ora 13 anos, ora de 16 anos e nomes diversos.
A mulher chegou a cidade Dracena, vindo de São Paulo no início deste mês, e desde então, vinha recebendo auxilio de entidades que cuidam de adolescentes em situação de risco.
Na tarde quinta-feira (18/08), quando ela passava por uma audiência, junto Promotoria da Infância e Juventude de Dracena, houve a desconfiança da falsidade de identidade atribuída por ela.
A mulher foi encaminha a Delegacia Seccional de Polícia de Dracena, onde agentes do Centro de Inteligência - CIP e do Setor de Expedição de Identidades realizaram várias combinações e pesquisas, por meio de mordemos métodos de levantamento de dados, juntos ao Instituto de Identificação Ricardo Gumbleton Daunt - IIRGD, do Departamento de Inteligência da Polícia Civil, o que possibilitou a legitimação da identificação positiva da mulher, com sendo: moradora do bairro Grajau, em São Paulo; com idade de 24 anos; possuidora de antecedente criminal e; com várias ocorrências policiais registradas em diversas cidades do Estado pela prática do mesmo delito, ou seja, imputar falsa identidade.
A mulher foi conduzida ao Plantão Permanente da Polícia Civil para o registro de um Termo Circunstanciado, visto que ela, mais uma vez, infringiu o artigo 307 do Código Penal que é “atribuir-se ou atribuir a terceiro falsa identidade para obter vantagem, em proveito próprio ou alheio, ou para causar dano a outrem”, cuja pena é de três meses a um ano de detenção, ou multa. A mulher foi ouvida e liberada, após o registro do Termo Circunstanciado e da assinatura do termo de compromisso.

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