José Deocleciano, coordenador do curso de Ciência Política do UDF, explica a importância do voto consciente para deputados e senadores
São Paulo, 04 de outubro de 2018 - A data das Eleições 2018, que elegerá novos candidatos para o cargo de presidente, governador, deputado e senador, se aproxima e, com ela, cresce a expectativa dos brasileiros que desejam ver renovação e mudanças no cenário político no Brasil.
Apesar da importância da data, as atenções acabam voltadas, muitas vezes, apenas aos candidatos a cargos executivos, como é o caso do presidente e governadores. O fato de existirem muitos candidatos a cargos legislativos, que também possuem menor tempo de propaganda eleitoral e pouca cobertura da imprensa, são alguns dos motivos que justificam o baixo interesse do eleitor brasileiro aos demais cargos governamentais.
De acordo com o professor José Deocleciano, do curso de Ciência Política do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), o voto consciente para eleições de cargos voltados ao poder legislativo, formado por deputados e senadores, é tão importante quanto a eleição dos candidatos aos cargos executivos. “A eleição presidencial, naturalmente, costuma chamar mais atenção, mas não podemos esquecer que temos o poder de eleger os candidatos que formarão o congresso”. Explica. “No nosso país, o presidente depende do legislativo para governar pois a principal função do parlamento é propor novas leis, além de fiscalizar o poder executivo. Quando se analisa o governo de diversas matrizes ideológicas, percebe-se que em vários momentos o parlamento disse não para projetos importantes”, comenta o professor.
O Congresso Nacional:
O congresso nacional é composto pelo Senado e pela Câmara dos Deputados que são eleitos por sistemas eleitorais diferentes:
“No caso do Senado, os representantes são escolhidos por voto majoritário. Os candidatos eleitos representam os estados e têm o mesmo número de representantes, sendo três senadores para cada unidade federativa”, explica Deocleciano.
“Já na Câmera dos Deputados, o número de representantes por Estado é proporcional à sua população, sendo mínimo de oito e máximo de 70 deputados. Eles são escolhidos pelo sistema de voto proporcional, em que a peça chave é o partido político”, conclui.
Voto consciente:
Para garantir que os diferentes papéis do poder legislativo sejam exercidos, é preciso estar atento ao histórico dos candidatos, além de seus respectivos partidos. “Precisamos reparar bem em quem daremos nosso voto, pois são eles que darão “a cara” do próximo governo”, aponta o prof. José Deocleciano.
Ainda de acordo com o professor, é importante buscar informações oficiais e prestar atenção nas posições ideológicas dos candidatos. “No site do TSE e do TRE, o eleitor pode fazer buscas sobre as diversas opções de candidatos e seus partidos. O segundo passo é ir atrás das páginas dos partidos e buscar os conteúdos programáticos dos mesmos”, explica. “No caso dos deputados, não é obrigatório formalizar um programa de governo. Por isso, em tese, o programa de governo do partido representa o programa do candidato”.
Apesar da importância da data, as atenções acabam voltadas, muitas vezes, apenas aos candidatos a cargos executivos, como é o caso do presidente e governadores. O fato de existirem muitos candidatos a cargos legislativos, que também possuem menor tempo de propaganda eleitoral e pouca cobertura da imprensa, são alguns dos motivos que justificam o baixo interesse do eleitor brasileiro aos demais cargos governamentais.
De acordo com o professor José Deocleciano, do curso de Ciência Política do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), o voto consciente para eleições de cargos voltados ao poder legislativo, formado por deputados e senadores, é tão importante quanto a eleição dos candidatos aos cargos executivos. “A eleição presidencial, naturalmente, costuma chamar mais atenção, mas não podemos esquecer que temos o poder de eleger os candidatos que formarão o congresso”. Explica. “No nosso país, o presidente depende do legislativo para governar pois a principal função do parlamento é propor novas leis, além de fiscalizar o poder executivo. Quando se analisa o governo de diversas matrizes ideológicas, percebe-se que em vários momentos o parlamento disse não para projetos importantes”, comenta o professor.
O Congresso Nacional:
O congresso nacional é composto pelo Senado e pela Câmara dos Deputados que são eleitos por sistemas eleitorais diferentes:
“No caso do Senado, os representantes são escolhidos por voto majoritário. Os candidatos eleitos representam os estados e têm o mesmo número de representantes, sendo três senadores para cada unidade federativa”, explica Deocleciano.
“Já na Câmera dos Deputados, o número de representantes por Estado é proporcional à sua população, sendo mínimo de oito e máximo de 70 deputados. Eles são escolhidos pelo sistema de voto proporcional, em que a peça chave é o partido político”, conclui.
Voto consciente:
Para garantir que os diferentes papéis do poder legislativo sejam exercidos, é preciso estar atento ao histórico dos candidatos, além de seus respectivos partidos. “Precisamos reparar bem em quem daremos nosso voto, pois são eles que darão “a cara” do próximo governo”, aponta o prof. José Deocleciano.
Ainda de acordo com o professor, é importante buscar informações oficiais e prestar atenção nas posições ideológicas dos candidatos. “No site do TSE e do TRE, o eleitor pode fazer buscas sobre as diversas opções de candidatos e seus partidos. O segundo passo é ir atrás das páginas dos partidos e buscar os conteúdos programáticos dos mesmos”, explica. “No caso dos deputados, não é obrigatório formalizar um programa de governo. Por isso, em tese, o programa de governo do partido representa o programa do candidato”.

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